É tempo de Cannes…é tempo de amar.

Ah, é tempo de Cannes, tempo de colocar uma roupinha hypada e andar pelo Palais, de beber uns drinks no Xtreme, de ficar hospedado no Hotel Belles Rives, em Juan-les-Pins, dar um pulinho em Saint Tropez, curtir a Côte d’Azur. Obviamente, eu não sei tanto assim de Cannes, copiei metade dessas dicas do Washington Olivetto.

Agora, sério, falemos de Cannes. O Brasil, até agora, tem 54 leões, a campeã de Leões é a Almap, que tem até um GP em Press, ganho ali, na prorrogação. Nós já voltaremos a este GP, o primeiro do Brasil desde 1993. Atrás da Almap está a Ogilvy que fez peças de simpáticas a fortes, nós também voltaremos já às campanhas da Ogilvy.

Mas, antes, vamos falar de Cyber. Pensando bem, para este post não ficar enorme, vou separá-lo. Primeiro, Cyber, depois Press e depois, não sei, por que eu tô assim, imprevisível.

O Brasil já ganhou diversos Leões, GPs em Cyber até o início da década de 2000 e agora, temos que nos contentar com shortlist e com um Leão de Bronze (não que eu reclamaria se ganhasse um). Além disso, a dupla de Young, Nathalia Resende e Daniel Xavier, ganhou medalha de Ouro.

E por quê? Por quê? Você deve estar se perguntando. Conversei com meu dupla, dei uma pensanda e cheguei a seguinte conclusão: (Não vou por bolinhas, acho brega)

– A banda no Brasil é ridícula, então, sem chance de ter um anúncio com vídeo, que atinja à várias pessoas, ou seja, que um cliente menor peite fazer.

– A verba curta para estes projetos no Brasil. Tirando a Gringo, a gente quase não vê projetos de somas vultosas no Brasil.

– A falta de loucura dos clientes/dos publicitários.

O que eu achei legal no shortlist e nos ganhadores de Cyber deste ano foi que, a maioria é projeto, não banner. São projetos para as pessoas viverem melhor, para enxergarem as coisas de uma maneira diferente, projetos que gastaram uma grana absurda em produção, o que mostra que web precisa sim, de dinheiro para poder funcionar, mas com uma essência muito simples.

É isso. Clique aqui para ver as peças brasileiras  shorlist com link  e as peças GP + uma que achei foda, logo aqui embaixo. Ah,  pode voltar amanhã, vai ter post sobre Press.

Um dos shortlist brasileiros: Doe Palavras para o Hospital Mario Penna – RC Comunicação. Veja o case aqui.

GP: Fun Theory – DDB Suécia para VW.  Veja o case aqui.

GP: Chalkbot – Wieden+Kennedy para Nike. Veja o case aqui.

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