A volta dos que foram e Hitchcock

Acabei de perceber que faz um ano que eu não escrevo aqui. Triste, muito triste. Justificativas são infinitas, mas acho que foi preguiça mesmo, desleixo.

Agora, eu estou pensando em que eu poderia escrever. Lembrei de um vídeo que vi hoje no Brainstorm9 e que eu achei super bonito. Ele foi criado por alunos daUniversity of Applied Sciences and Arts em Hannover e mistura Hitchcock com culinária. Coincidentemente coisas que gosto muito. Então, aí vai e se você está lendo isso aqui, obrigada pela fé. Vamos ver se eu retomo a coragem de postar.

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Nestlé a bordo.

Eu cresci na Amazônia, longe da realidade ribeirinha, mas ela era bem próxima aos projetos que minha mãe fazia. Toda vez que ela viajava, voltava com histórias sobre os preços abusivos que os ribeirinhos pagavam para ter coisas simples como sabão em pó, como eles tinham que passar dias num barco para ir até a cidade mais próxima e poder comprar o que  mais faltasse.

Pensando nesse nicho de mercado, a Nestlé fez um supermercado flutuante chamado  “Nestlé até você a bordo”. Ele vai passar por 18 cidades ribeirinhas no interior do Pará, vendendo um mix com 300 produtos, que vão desde papinha de neném à sorvete. Todos eles também dentro de outro projeto da Nestlé chamado Porta a Porta, voltado para classe D e E.

Ao mesmo tempo em que exploram um mercado ávido por compras e sem concorrência, também levam a ideia de inclusão. Achei sensacional.

Para saber mais.

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É tempo de Cannes…é tempo de amar.

Ah, é tempo de Cannes, tempo de colocar uma roupinha hypada e andar pelo Palais, de beber uns drinks no Xtreme, de ficar hospedado no Hotel Belles Rives, em Juan-les-Pins, dar um pulinho em Saint Tropez, curtir a Côte d’Azur. Obviamente, eu não sei tanto assim de Cannes, copiei metade dessas dicas do Washington Olivetto.

Agora, sério, falemos de Cannes. O Brasil, até agora, tem 54 leões, a campeã de Leões é a Almap, que tem até um GP em Press, ganho ali, na prorrogação. Nós já voltaremos a este GP, o primeiro do Brasil desde 1993. Atrás da Almap está a Ogilvy que fez peças de simpáticas a fortes, nós também voltaremos já às campanhas da Ogilvy.

Mas, antes, vamos falar de Cyber. Pensando bem, para este post não ficar enorme, vou separá-lo. Primeiro, Cyber, depois Press e depois, não sei, por que eu tô assim, imprevisível.

O Brasil já ganhou diversos Leões, GPs em Cyber até o início da década de 2000 e agora, temos que nos contentar com shortlist e com um Leão de Bronze (não que eu reclamaria se ganhasse um). Além disso, a dupla de Young, Nathalia Resende e Daniel Xavier, ganhou medalha de Ouro.

E por quê? Por quê? Você deve estar se perguntando. Conversei com meu dupla, dei uma pensanda e cheguei a seguinte conclusão: (Não vou por bolinhas, acho brega)

– A banda no Brasil é ridícula, então, sem chance de ter um anúncio com vídeo, que atinja à várias pessoas, ou seja, que um cliente menor peite fazer.

– A verba curta para estes projetos no Brasil. Tirando a Gringo, a gente quase não vê projetos de somas vultosas no Brasil.

– A falta de loucura dos clientes/dos publicitários.

O que eu achei legal no shortlist e nos ganhadores de Cyber deste ano foi que, a maioria é projeto, não banner. São projetos para as pessoas viverem melhor, para enxergarem as coisas de uma maneira diferente, projetos que gastaram uma grana absurda em produção, o que mostra que web precisa sim, de dinheiro para poder funcionar, mas com uma essência muito simples.

É isso. Clique aqui para ver as peças brasileiras  shorlist com link  e as peças GP + uma que achei foda, logo aqui embaixo. Ah,  pode voltar amanhã, vai ter post sobre Press.

Um dos shortlist brasileiros: Doe Palavras para o Hospital Mario Penna – RC Comunicação. Veja o case aqui.

GP: Fun Theory – DDB Suécia para VW.  Veja o case aqui.

GP: Chalkbot – Wieden+Kennedy para Nike. Veja o case aqui.

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Ok, Rube…

Guess who’s back? Pois é, fiquei sem postar por nem sei quanto tempo. As razões são várias, mas nada justifica o abandono, então, sem mais delongas e churumelas, voltemos.

As máquinas de Rube Goldberg são aqueles sistemas complexos que, no final, fazem uma coisa bem simples. Você já deve ter visto milhares durante a sua vida, principalmente em desenhos, no Castelo Rá-tim-bum ou em comerciais. No Japão existe até um concurso (óbvio, o que não tem no Japão?) e também é uma expressão sobre coisas simples, mas que as pessoas fazem uma confusão pra fazer. Meu sonho de infância era ter uma dessas pra escovar meus dentes, me dar café, me carregar dormindo até a escola…

Essa semana um clipe super divertido saiu por ai, usando a máquina Rube Goldberg, da banda OK, GO! Eles são famosos por fazerem clipes legais, lembra o clipe da esteira?

Mas, o mais interessante desse clipe é que ele foi feito em plano sequência, ou seja, filmado de uma vez só, sem sair de cima. Lembrando de propaganda, um exemplo da máquina é o Honda Cog, que foi o comercial mais premiado de todos os tempos, tudo pra mostrar o funcionamento perfeito de um Honda, e também foi feito em plano sequência. É isso, crianças. Honda Cog + OK, Go + Making ofs na sequência. Divirtam-se.

Via @cutedrop e @brainstorm9

This too shall pass

Making of

Cog – Comercial + making of

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Ludéal – Allez l’amour

Ah, L’Amour c’est magnifique. E é ai é até onde vai o meu Francês. Mas, no clima amor + França + feriado, está esse clipe, cheio de referências de filmes de amor.Você consegue encontrar todas? Eu não consegui. Ele foi filmado em plano sequência e tem a produção da Egocentric .

 

Via @ Fubiz

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A fabulosa arte de procrastinar

Feriadão se aproxima, e entre as muitas coisas boas da vida existe A procrastinação. Eu lembro que quando aprendi inglês  “procrastination” era uma das minhas palavras preferidas, até por que, é um ótimo exercício. Ai vai uma animação super divertida sobre a fabulosa arte de procrastinar. Animada, dirigida e escrita por Johnny Kelly.

Via@updateordie.

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Contando histórias

Uma das habilidades mais bonitas que os seres humanos têm é a de contar histórias, essa é minha opinião. Histórias fazem o tempo passar mais rápido e são o centro de tudo…pense na sua música preferida, ela conta uma história, sua vida, conta uma história, eu, aqui, nesse momento, tô contando uma história. Todo mundo sabe contar uma história, com menor ou maior grau de envolvimento, alguns sabem contar bem, outros mal, e essa é a busca do redator, contar uma história e a resumir em algumas linhas, que vão fazer alguém rir ou chorar, na hora de rir ou chorar, se for o contrário, lascou-se!

Esse lengalenga todo é para convencer você a clicar e assistir esse filme que sintetiza tudo que eu acabei de dizer. Super divertido.

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